SLIDE1

Eletrotermofototerapia-UFMG-2

DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA E ENGENHARIA ELÉTRICA JUNTOS EM PROL DA FUNCIONALIDADE HUMANA

Já dizia Mario Quintana “As pessoas não se precisam, elas se completam… não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida”. O mesmo acontece com as profissões. Foi com esse pensamento que convidamos os colegas Renan Fernandes Kozan e Henrique Resende, docentes do Departamento de Engenharia Elétrica (DEE – UFMG) para um encontro durante o módulo de eletroterapia, da nossa disciplina! Eles apresentaram seus produtos e ideias que são a cara da fisioterapia: tudo pela funcionalidade humana!
Ao final do encontro, a gente só poderia mesmo se abraçar e fazer uma foto para a posteridade. Um dia, em algum lugar do futuro, vamos olhar para essa foto e dizer: Foi ali que tudo começou (fingers crossed!)
Na foto: Alunos(as) de mestrado, graduação e professores do Departamento de Engenharia Elétrica e Fisioterapia.
 A parceria é promissora e tem como finalidade melhorar a assistência a pacientes com perdas e incapacidades funcionais. Exemplos? Usar a eletroestimulação para prevenir perdas motoras em pacientes acamados/imobilizados. Utilizar a eletroestimulação para testar função sensorial. Usar sensores de pressão para monitorar excesso ou ausência de peso sobre articulações ou sobre dispositivos de auxilio, durante a marcha. E por ai afora!
Produtos e recursos que, para nós, fisioterapeutas, parecem um bicho de sete cabeças, para eles é habitual. Isso é a parte mais fascinante da diversidade das profissões: a admiração pelo que o outro faz com tanta facilidade!
Nesse encontro, os professores Henrique e Renan mostraram um aparelho indicado para pacientes internados em Centro de Terapia Intensiva (CTI) que apresentam um declínio funcional importante provocado pela inatividade, uma condição chamada de polineuromiopatia do paciente crítico (leia mais em: http://revista.hupe.uerj.br/detalhe_artigo.asp?id=427 ou DOI 10.4103/1673-5374.125337 ).
Nossos colegas fabricaram um aparelho que produz uma corrente, modulada para cada paciente, com variação de intensidade em cada fase de estimulação do membro e regulada por um biofeedback que controla a dosagem para que o músculo não entre em fadiga. A fadiga é um fator limitante nas terapias com corrente elétrica. Os professores querem agora testar se esse equipamento consegue minimizar as perdas motoras nos pacientes, reduzindo a morbidade e assim acelerando a reabilitação e alta hospitalar.
O projeto apresentado já foi implantado em Brasília ( UNB – Universidade de Brasília) e agora vamos fazer de tudo para que ele aconteça também aqui na UFMG!
Sem dúvida, essa parceria é um marco.
Gostou? leia um pouco mais sobre esse encontro no site da EEFFTO, basta clicar aqui.

Postar um comentário

0 Comentários