Os alunos de Fisioterapia da UFMG, matriculados na
disciplina de Eletrotermofototerapia, à pedido do Prof. Leszek Antoni
Szmuchrowski, coordenador de atletismo do Centro de Treinamento
Esportivo da UFMG (CTE), elaboraram sob a supervisão da professora Ligia
Loiola, do monitor Jefferson Oliveira e do fisioterapeuta Matheus Milanez dos
Reis, protocolos de tratamento para as lesões mais comuns nos atletas que
treinam no local. A proposta nasceu das demandas da fisioterapeuta
do CTE, Larissa Pinheiro e do interesse do nosso grupo da Eletrotermo de
aproximar a teoria da prática.
A atividade foi realizada como parte avaliativa da
disciplina e desenvolvida ao longo deste 1º semestre de 2019. Dentre as
habilidades avaliadas na realização da atividade, estavam a busca de artigos
científicos em grandes base de dados online (BVS, PEDro, Pubmed e Google
Acadêmico), a leitura e interpretação, análise de conteúdo/qualidade dos
artigos e a montagem de um plano de tratamento baseado em evidências.
Como resultado foram elaborados 4 protocolos de
tratamento para as seguintes lesões: Shins Splints, tendinopatia de aquiles,
lesões ligamentares e estiramento muscular. Os levantamentos feitos na
literatura apontam que o laser tem grande potencial de acelaração do processo
reparativo dessas lesões e diminuição da dor. Porém, devido à
heterogeneidade dos tratamentos usados, é difícil estabelecer precisamente os
parâmetros ideias para tratamento das lesões em questão.
Lembramos sempre que as terapia com recursos
eletrofísicios fazem parte do leque de opções de tratamento que o
Fisioterapeuta tem na sua pratica clinica e portanto sempre será utilizado
dentro de um protocolo e não isoladamente, para melhores resultados.
A conclusão geral é que são necessários ainda novos estudos para aumentar as evidências e melhor definir o tratamento mais eficaz. Fica a dica: invista em estudos utilizando a laserterapia!
Fique agora com o resultado dessa parceria com o CTE:
A conclusão geral é que são necessários ainda novos estudos para aumentar as evidências e melhor definir o tratamento mais eficaz. Fica a dica: invista em estudos utilizando a laserterapia!
Fique agora com o resultado dessa parceria com o CTE:





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